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Claúdio Salles

Claúdio Salles

A Câmara Municipal de Vereadores de Florianópolis concedeu à antropóloga Flavia Medeiros Santos, professora da UFSC e pesquisadora vinculada ao INCT INEAC, a Medalha Cruz e Sousa, que homenageia pessoas negras ou defensores da raça negra, nas áreas cultural, desportiva, de desenvolvimento social e educacional e outras, no município de Florianópolis.  A cerimônia de entrega da medalha vai acontecer no  dia 27 de novembro de 2023.

A professora Flavia Medeiros Santos, que é professora adjunta do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora (2016) e Mestre (2012) em Antropologia, Bacharel e Licenciada (2009) em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (ICHF/UFF). Realizou período de mestrado - sanduíche (2011) na Universidad de Buenos Aires (UBA) e período de doutorado - sanduíche (2015-2016) na University of California, Hastings College of the Law (UC Hastings). Entre 2017 e 2019, atuou como pesquisadora de pós doutorado (PNPD/CAPES) vinculada ao Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Administração Institucional de Conflitos (NEPEAC/PROPPi/UFF), sede do Instituto Nacional de Tecnologia em Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC). Foi professora substituta do Departamento de Segurança Pública (DSP) do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (IAC/UFF). Atualmente é pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia do Direito e das Moralidades (GEPADIM) do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisa (NUFEP/PPGA/UFF). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Teoria Antropológica, Antropologia Política e Antropologia do Direito, atuando principalmente nos seguintes temas: burocracias, conflitos, polícia, segurança pública e mortos. É autora de "Matar o morto: uma etnografia do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro" (Eduff, 2016) e "Linhas de investigação: uma etnografia das técnicas e moralidades numa Divisão de Homicídios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro" (Autografia, 2018), entre outros produtos. Atualmente, na UFSC, coordena, junto com a professora Alexandra Eliza Vieira Alencar, o Ebó Epistêmico, projeto de extensão vinculado à disciplina Estudos Afro-Brasileiros que vem reunindo cada vez mais estudantes pretos e pretas na universidade. 

Confira abaixo o PDF em anexo com o PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 02657/2023 que Concede a Medalha Cruz e Sousa à professora Flavia Medeiros Santos.

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O antropólogo Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto (UFF, INCT/INEAC) participa do encerramento do Seminário Psicanálise e mal estar na contemporaneidade que acontece no próximo dia 11 de novembro de 2023.

Com base em fragmentos e episódios imprecisos da história em Moisés e o Monoteísmo, Freud lança luz sobre a complexidade e a estranheza na identidade de Moisés. Ele inicia a obra afirmando: “Moisés, o egípcio” e com isso  desconstrói a ideia da fixidez identitária de um povo e a desarticulação da linguagem que foi naturalizada para que o homem Moisés criasse uma nova ordem. Esta obra foi escrita durante os anos que caminhavam para a eclosão da II Guerra Mundial. Hoje, estamos diante de uma outra grande guerra sobre a qual consideramos necessário estranhar a linguagem ideologizada ou do senso comum sobre as identidades culturais . O Forum do Campo Lacaniano Rio de Janeiro encerra o semestre falando sobre o conflito Israel-Palestino do ponto de vista histórico-antropológico para compreendermos sua complexidade. O projeto tem a coordenação das pesquisadoras Elisa Cunha e Katia Sento Sé Mello (UFRJ e INCT/INEAC).

Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto (UFF , INCT/INEAC)  possui graduação em Historia pela Universidade Federal Fluminense (1992), graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), mestrado em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (1997) e doutorado em Antropologia - Boston University (2002). Atualmente é professor associado do Departamento de Antropologia e do PPGA da Universidade Federal Fluminense e coordenador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio (NEOM) da UFF. Tem pesquisas etnográficas com ênfase nos seguintes temas: Antropologia do Islã, Peregrinações, Territórios Sagrados, Xiismo, Sufismo, Nacionalismo e Etnicidade, Impacto das Revoluções Árabes, Diásporas Árabes. Realizou trabalhos de campo etnográficos sobre diferentes aspectos da religiosidade muçulmana na Síria (1999-2010); Iraque (2012-2013); Tunísia (2014); Marrocos (2003; 2014); com as comunidades muçulmanas no Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte e Oliveira 2003-2020); Paraguai (Ciudad del Este 2005-2015, Encarnacion 2006, Asuncion 2015); e Argentina (2018, 2019, 2020). Bolsista Cientista do Nosso Estado da Faperj desde 2018. Bolsista de produtividade 1 C do CNPq desde 2018.

 

 

Sexta, 03 Novembro 2023 16:21

Antropologia e Direitos Humanos

O site NEXO - Políticas Públicas, publicou nessa semana matéria com a  professora da Universidade Federal Fluminense, antropóloga  Lucía Eilbaum, com recomendações de  cinco leituras do campo antropológico que mostram as múltiplas tradições, significados e disputas que os “direitos humanos” ganham em diferentes contextos sociais, políticos, históricos e morais.

O que são os direitos humanos? É possível ser a favor ou contra os direitos humanos? O que se defende ou se ataca em nome dos direitos humanos? Eis algumas questões que fazem parte das controvérsias em torno da categoria nascida em um contexto histórico e político específico – a Declaração Universal dos Direitos Humanos, pela ONU, em 1948 – e que a Antropologia, por meio de diversas pesquisas, tem procurado destrinchar e problematizar.

Quando abordados de uma perspectiva etnográfica, é possível perceber as múltiplas tradições, significados e disputas que os “direitos humanos” ganham em contextos sociais, políticos, históricos e morais distintos. Superando uma perspectiva abstrata ou normativa, os direitos humanos se revelam a partir de sentidos locais, contextuais e muitas vezes até antagônicos. O debate teórico e político propiciado por esse instrumento legal resulta, portanto, em uma produção que tensiona a relação entre universalismo e particularismo, diversidade e desigualdade, colonialismo e racismo, entre outras noções.

Há 23 anos a ABA (Associação Brasileira de Antropologia) investe na premiação e publicação de artigos que resultam de pesquisas em torno do tema, por meio da série de livros “Antropologia e Direitos Humanos”, que já acumula dez volumes.

Este é o primeiro de cinco textos da parceria entre a ABA e o Nexo Políticas Públicas para a divulgação do acervo de livros da Associação na seção ‘Bibliografia básica’. São mais de 100 títulos, todos em acesso aberto, sobre variados temas que envolvem o saber e o fazer antropológicos. Sugerimos aqui cinco deles a fim de dar conta de diferentes contextos políticos e acadêmicos e das mudanças de temas e perspectivas nas densas relações entre Antropologia e Direitos Humanos. Nas próximas edições, você encontrará sugestões sobre antropologia e políticas públicas; raça, racismo e territorialidades negras; e povos indígenas.

Antropologia e Direitos Humanos 1
Regina Reyes Novaes e Roberto Kant de Lima (orgs.) Niterói: EdUFF, 2001
A coletânea reúne artigos reconhecidos na edição inaugural do Prêmio Antropologia e Direitos Humanos da ABA. Situando a interseção entre Antropologia e DHs, as discussões abordam a tensão entre a pretensa universalidade dos Direitos Humanos e conflitos morais na prática antropológica a partir de um caso de questionamento/aceitação da “mutilação ritual” oriundo da literatura de ficção; as tensões entre os direitos individuais, expressos na Declaração Universal dos DHs, e a emergência de novos sujeitos de direito coletivo; os limites e possibilidades de atuação e mediação de antropólogos/as brasileiros/as no processo de reconhecimento oficial dos direitos territoriais indígenas; as polêmicas que marcaram o movimento feminista no Brasil, projetado a partir da emergência de uma cultura de DH; e os modos de fazer política e produzir espaços de reivindicação de direitos humanos a partir do caso dos desaparecidos políticos durante a ditadura militar argentina.

Essa obra evidencia duas contribuições da Antropologia no campo dos direitos humanos. Primeiro, a importância de relativizar e situar os valores propostos em nome dos direitos humanos a partir de tradições locais. Segundo, demonstra que os ‘direitos humanos’, como muitas vezes enunciados, não são uma entidade abstrata. Ao contrário: resultam de ações, decisões, iniciativas e valores agenciados por pessoas, instituições e grupos específicos.

São autores desta edição: Debora Diniz, Rosinaldo Silva de Sousa, Paulo José Brando Santilli, Alinne de Lima Bonetti e Ludmila da Silva Catela.

Antropologia e Direitos Humanos 4
Miriam Pillar Grossi, Maria Luiza Heilborn e Sergio Carrara (Orgs). Blumenau: Nova Letra, 2006
A partir do volume 3, a diversidade temática está atravessada pelos processos de reconhecimento de direitos sustentados pela Constituição Federal de 1988 e outras legislações posteriores, atrelados a grupos e identidades específicas: crianças, mulheres, quilombolas, indígenas, ciganos, pescadores tradicionais, ribeirinhos, população LGBT, imigrantes. Nesse contexto, os trabalhos publicados evidenciam um momento histórico e político no qual a gramática dos direitos se torna uma forma legítima de reivindicar formas dignas de vida e igualdade de condições, diante das violências institucionais e das desigualdades sociais e jurídicas.

Sob esta chave, o quarto volume apresenta resultados de etnografias em campos empíricos diversos: reflexões em torno da interface entre intersexualidade, (bio)ética e direitos humanos; das práticas de justiça da infância e juventude a partir do ECA; da biotecnologia e do acesso aos conhecimentos tradicionais dos krahô; dos direitos civis entre trabalhadores informais nos trens da Central do Brasil; das relações entre polícia e justiça na violação de direitos na Argentina; das facções e a organização das prisões em São Paulo e dos saberes e formas de expressão de crianças em torno da violência em Florianópolis/SC.

Os capítulos dessa edição têm como autores: Paula Sandrine Machado, Patrice Schuch, Thiago Antônio Machado Ávila, Lenin Pires, Lucía Eilbaum, Karina Biondi e Danielli Vieira.

Antropologia e Direitos Humanos 6
Claudia Fonseca; Ana Lucia Pastore Schritzmeyer; Eliane Cantarino O’Dwyer; Patrice Schuch; Russell Parry Scott; Sergio Carrara (Orgs.). Rio de Janeiro: Mórula, 2016
O volume 6 reúne material laureado na edição do Prêmio que teve como tema “Expandindo Fronteiras: Lutas Sociais e Construção de Direito”, trazendo com força as reivindicações e demandas por direitos a partir da mobilização social de certos grupos. Seja por meio dos próprios protagonistas, como no caso de mães e familiares na “luta por justiça” diante do assassinato dos seus filhos; de familiares na luta por “memória, verdade e justiça” em crimes cometidos na ditadura cívico militar na Argentina; ou na memória de lideranças camponesas e indígenas assassinadas em áreas de conflito fundiário; seja através da atuação de organizações não governamentais em pesquisas desenvolvidas no exterior, em relação ao reconhecimento da identidade cigana no Canadá, ou em casos de violência contra a mulher em Marrocos; ou ainda em torno ao uso estratégico dos DHs para a criminalização do infanticídio indígena no Congresso Nacional.

Além de dar visibilidade a essas mobilizações, os trabalhos demonstram os engajamentos diversos que antropólogos/as produzem nas suas empreitadas de pesquisa, levantando questões políticas, éticas e morais que terão continuidade nas edições posteriores da série, diante de cenários cada vez menos favoráveis em termos de direitos. Por fim, o número também registra a crescente internacionalização da Antropologia brasileira, que foi estendendo cada vez mais suas pesquisas para além das fronteiras nacionais.

Os artigos mencionados são de Paula Lacerda, Liliana Sanjurjo, Edmilson Rodrigues de Souza, Mirian Alves, Rebeca de Faria Silenes, Marlise Rosal.

Antropologia e Direitos Humanos 8
Lucía Eilbaum; Patrice Schuch e Gisele Fonseca Chagas (orgs.). Rio de Janeiro: E‐papers, 2020.
O volume 8 é dedicado à memória da vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018 e, no seu nome, à luta de todas as pessoas defensoras de direitos humanos. A premiação foi anunciada no ano de seu assassinato e teve como tema “Violências, ativismos e direitos”. A escolha do tema foi mobilizada ainda por um momento em que, desde altos cargos, prezava-se publicamente pelo “fim dos ativismos” e chamava-se os direitos humanos de “desserviço ao nosso país”.

Intrinsecamente vinculada ao campo dos DHs, a violência de estado e a luta por memória é um tema que acompanha a série desde suas primeiras edições com trabalhos realizados na Argentina e no Brasil. Neste volume o campo se abre para discussões diversificadas: trabalho análogo à escravidão nos piaçabais em Barcelos/AM; violência juvenil e a noção de bullying; tecnologias de governo através de políticas públicas de educação, saúde e assistência social e as marcas que podem deixar no corpo e na subjetividade das pessoas por elas afetadas; processos de transformação e medicalização das práticas de parto em quilombos do Recôncavo Baiano; mobilizações e direitos de mulheres em situação de rua em Porto Alegre; e sensos e práticas de justiça no Timor-Leste contemporâneo.

Neste sentido, a coletânea abre também caminho para a problematização de situações que nem sempre encontram formas organizadas de luta, mas que representam a vulneração de direitos e formas de vida deslegitimados e desvalorizados pelas políticas públicas e por um certo senso comum. Ampliam assim a discussão para o lugar do Estado nos processos de cuidado e garantia de direitos da população mais vulnerabilizada.

Os artigos desta edição são de Elieyd Sousa de Menezes, Juliane Bazzo, Alexandre Bosquetti Kunsler, Naiara Maria Santana Neves, Caroline Silveira Sarmento e Henrique Romanó Rocha.

Antropologia e Direitos Humanos 10
Lucía Eilbaum, Ana Paula da Silva, Debora Allebrandt, Flavia Medeiros, Helder Ferreira, Juliane Bazzo, Paulo Victor Leite Lopes, Taniele Rui (orgs.). Rio de Janeiro: E-papers, 2023.
Recém-publicado, o volume resulta da edição do Prêmio que teve por tema “Cuidar, resistir e lembrar”, mobilizado pelos efeitos da pandemia Covid-19 que predominou na maior parte do tempo de elaboração das pesquisas e trabalhos apresentados. A pandemia impôs grandes desafios tanto para a produção das pesquisas, quanto para a resistência política e pessoal. Por isso, o livro é também uma homenagem a todas as pessoas atingidas pela falta de uma política pública de cuidado e de memória, e a todas aquelas que, apesar dessa ausência, resistiram.

Os artigos abordam a violência de estado a partir das agências das mães e familiares de vítimas de violência do Estado na Baixada Fluminense/RJ; da discussão de processos de Estado, raça e gênero na audiência pública da ADPF 635; do (re)conhecimento da dor e da violência obstétrica no cotidiano de mães enlutadas e de "mães especiais” no interior do Rio Grande do Sul; e dos processos de esquecimento de imigrantes da metrópole paulistana durante a pandemia. Na interseção da violência por parte de agentes de estado com outros atores, também são abordados os processos de grilagem de terras em uma comunidade quilombola em território Kalunga/GO. Três dos artigos convergem na discussão sobre o reconhecimento da diversidade sexual enquanto direito, a partir dos agenciamentos em relação à criação e produção de uma Ala LGBT em uma penitenciária masculina em Belo Horizonte/MG; da mobilização política e as emoções em uma associação de mães e pais de filhos LGBT; e das reivindicações de um coletivo preto, posithivo e LGBT+ na cidade de São Paulo.

Colaboraram com o volume: Giulia Escuri de Souza, Murilo Cavalcanti, Bruna Fani Duarte Rocha, Alexandre Branco-Pereira, Chico Sousa, Vanessa Sander, Arthur Costa Novo, Bruno Nzinga Ribeiro.

Todos os artigos dão conta de profundos engajamentos de pesquisa e da construção de formas de interlocução compromissadas. Destaca-se, assim, a reflexão sobre o papel dos/as antropólogos/as no campo dos direitos humanos e as implicações que suas atuações podem gerar.

Lucía Eilbaum é antropóloga, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora do INCT-InEAC. Desde 2015, integra a Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia.

Este texto foi elaborado em parceria com os membros da Comissão: Taniele Rui (coordenadora; Unicamp), Flavia Medeiros (vice-coordenadora, UFSC), Ana Paula da Silva (UFF); Débora Allebrandt (UFAL); Diógenes E. Cariaga (UEMS e UFGD); Flavia Melo da Cunha (UFAM); Hélder Ferreira de Sousa (UFDPar); Lívia Reis Santos (UFRJ); Manuela S. S. Cordeiro (INAN); Marianna A. F. Holanda (UnB) e Paulo V. L. Lopes (UFRN).

Link para matéria: https://pp.nexojornal.com.br/bibliografia-basica/2023/10/31/Antropologia-e-Direitos-Humanos

 

 

 

O Programa Capes Print da UFF  promove evento internacional no dia 06 de novembro de 2023, a partir de 14h, no Campus do Gragoatá da UFF. A mesa contará com duas palestras:

1. Au prisme de l’ethnicité : entre approches urbaines, controverses et actualités en France - Alain Battegay (Centre Max Weber/França)

2. Legalização para quem? Reflexões sobre a regulamentação da maconha recreativa no Canadá - João Velloso, Faculdade de Direito, Universidade de Ottawa (Canadá)

? Local: Auditório Simoni Lahud Guedes, Bloco P/ICHF da UFF.

Esse é um evento do Programa Capes Print - Rede Internacional de Pesquisa sobre administração de conflitos em espaços públicos plurais: desigualdades, justiças e cidadanias em perspectiva comparada.

A comissão organizadora do X Seminário Internacional do INCT- InEAC divulgou nesta segunda-feira (30) a listagem completa dos trabalhos aprovados. Além dos nomes dos autores e dos títulos dos resumos expandidos selecionados, a lista contém os dias e horários das apresentações, que neste ano acontecem de modo remoto.

Nesta edição, o Seminário acontecerá entre os dias 23 e 24 de novembro de forma online, com os Grupos de Trabalho. De 28 de novembro a 1 de dezembro a programação é presencial, com transmissão ao vivo, com Mesas Temáticas, Conferências, Lançamento de Livros e outras atividades.

Confira a lista completa de resumos aprovados:

GT1 – Conflitos, mobilizações e ativismos: etnografias das políticas públicas para reconhecimento de direitos

Sessão 1: Conflitos, Juventudes e Espaços escolares - 23/11/23 – 10h às 13h.

1 - Bóris Maia – Políticas de segurança e convivência escolar: um estudo em escolas da Califórnia, EUA.
2 – Larissa Teixeira Pires; Katharine Nataly Trajano Santos – “Tudo começa no banheiro e no nome social”: etnografando o Colégio de Aplicação UFSC
3 – Iago Menezes de Souza; Karoline Mazza e Vitória Canto Suter – Fraudes e Polêmicas nas Cotas Raciais: O Papel das Comissões de Heteroidentificação
4 – Jorge Eduardo da Silva Figueiredo – Reflexos da pandemia de COVID-19 em crianças e adolescentes: da necessária contextualização e aprimoramento de políticas públicas infantojuvenis.

Sessão 2: Conflitos e Identidades: as religiões de matriz africana - 23/11/23 – 14h às 17h.

1 – Diego da Silva Saldanha; Juliane Sant’ana Bento – “Não se encontra em plenário”: uma análise das tomadas de posição de vereadores evangélicos em deliberações que homenageiam as religiões de matriz africana
2 – Leonardo Vieira Silva; Ygor Fernandes Alves; Douglas Mota da Silva - “Só nós sabemos o preço que pagamos”: Uma análise das estratégias de mobilização e reivindicação de direitos dos povos de terreiro do município de Itaboraí – RJ.
3 – Linnesh Ramos; Dolores Lima – “Eu vim de lá pequenininho”. O sentido pedagógico na formulação de políticas públicas para garantia de direitos aos Povos Tradicionais de Matriz Africana. Relato de vivência da trajetória junto ao mandato David Miranda.
4 – Vanessa Alves Ribeiro – O Entrelaçamento do corpo e a ancestralidade em diálogo com o grupo de pesquisa GINGA UFF.

Sessão 3: Políticas Públicas e Sistemas de Justiça - 24/11/23 – 10h às 13h.

1 – Eugenia Cozzi; Julieta Espósito; Camila Schwarzstein; Marcia López Martin; Paula Ronco - Prácticas policiales y fiscales en causas por infracción de la ley de drogas. El caso Rosario (Argentina)
2 – Florencia Corbelle – Procesamientos judiciales a personas que cultivan y producen derivados de cannabis en Argentina (2010 – 2020)
3 – Manuel Flavio Saiol Pacheco – Pensando Fora da Caixa: Uma proposta de Planejamento e Avaliação Interdisciplinares de Políticas Públicas
4 – María Victoria Pita – Hacer incidencia. El trabajo del activismo legal en el litigio: violencia policial y juicios por jurado em la Provincia de Buenos Aires.
5 – Rebeca de Souza Vieira – Ser Visitante No Sistema Prisional Baiano E Exercer Funções Burocráticas

Sessão 4: Ativismos e Direitos - 24/11/23 - 14h às 17h.

1 – Levi Marcelino Intumbo – Formação de Coalisão de Defesa no Processo de Exploração de Areia Pesada em Varela – Guiné-Bissau (2012 – 2022): Principais Atores Contrários à Exploração
2 – Ludmila Rodrigues Antunes; Rayssa Marques Lopes Sabino – O trabalho em plataformas digitais: novas formas de ativismo no Instagram e demandas por regulamentação e políticas públicas de proteção ao trabalho.
3 – Carolina Penna Nocchi – Reflexões iniciais sobre cidadania e a tutela coletiva pelo Ministério Público Federal a partir do caso do Santuário Sagrado dos Pajés, em Brasília/DF.
4 - Bruna Russel Salvador – Povos de Terreiro e a Defesa dos Direitos: O papel da Defensoria Pública da União

GT 2 – Direitos, diversidade e desenvolvimento: novos e velhos conflitos

Sessão 1: - 23/11/23 – 10h às 13h

1 – Gabriela Sartório Nunes – Violência Obstétrica: lutas pelos direitos na assistência ao parto.
2 – Juan Pablo Matta – El lenguaje moral de la vecindad en la tramitación de una controversia pública en una pequeña localidad del centro de la Provincia de Buenos Aires
3 – Nívea Maria dos Santos Pereira Borges - A situação de rua como espaço de atravessamentos interseccionais: Invisibilidade, estigma e medo entre as mulheres negras em situação de rua no Município de Campos de Goytacazes.

Sessão 2: 23/11/23 – 14h às 17h .

1 – Leandro Mitidieri Figueiredo – Mercado de Carbono, povos tradicionais e a questão da desigualdade
2 – Luciana da Costa Azevedo – O conceito de vulnerabilidade e o silenciamento de pescadores artesanais na Baía de Guanabara
3 – Tatiana Calandrino Maranhão – De pescadores a beneficiários: critérios de identificação das populações extrativistas.

GT3 – Pesquisa empírica em Direito e Educação: o aprendizado social das pedagogias desigualadoras em perspectiva comparada

Sessão 1: 23/11/23 – 10h às 13h.

1 – Ana Paula Bustamante; Litiane Motta Marins Araújo; Carmen Caroline Ferreira do Carmo Nader – Projeto “Basta: Diga não à violência doméstica”: Estudo de caso sobre a curricularização da extensão.
2 – Juliana Constantino do Rosário; Safira Dias de Souza – O papel das políticas públicas estudantis nos efeitos da LGBTQIAP+fobia.
3 – Larissa Batista Franco; Fernanda Andrade Almeida; Suzana Martinez Schumacker – Ensino Jurídico e Reprodução de Estereótipos de Gênero.
4 – Manuel Flavio Saiol Pacheco – A fonte em que o Direito brasileiro precisa beber.
5 – Mariana de Freitas Mascarenhas e Souza; Larissa Braga; Yuri Motta – Sociabilidades e exclusões: a construção de relações sociais em uma escola de São Gonçalo/RJ.
6 – Rosimar Santos Girão – A Mediação de Conflitos no Poder Judiciário do Rio de Janeiro: invisibilidades, ressonâncias e contradições.

Sessão 2: 23/11/23 – 14h às 17h.

1 – Aryanne Paiva da Felicidade – O PROJETO PREPARATÓRIO PARA O ENSINO MÉDIO NA FAVELA DA MARÉ: um estudo dos impactos territoriais nos processos educacionais dos estudantes do CEASM.
2 – Ingrid de Faria Gomes; Pedro Teixeira; Pâmela Esteves – A relação escola e conselho tutelar no contexto do novo conservadorismo brasileiro.
3 – Isabel Cristina Soares Tebaldi Gomes – Entre um laudo e uma lei: a vida escolar de um adolescente com TOD na rede pública do Rio de Janeiro.
4 – Kathelyn Duarte; Ana Luiza Cordeiro; Helena Moreira; Eduarda Caetano; Yuri Motta – Experiências acadêmicas de pré-iniciação científica: olhares a partir do LEPIC.
5 – Lucas Ribeiro Rocha; Marcos Veríssimo; Luiz Gabriel Ribeiro Lima; Paulo Victor Rodrigues Leandro - O mal-estar do pós-pandemia: um estudo sobre a intensificação dos conflitos escolares.
6 – Paulo César Martins Stumpf – Entendendo o conflito e a violência no contexto escolar.
7 – Talitha Mirian do Amaral Rocha; Alexandre Magno de Souza Almeida; Gabriela de Lima Cuervo – Análises sobre Conflitos Escolares: construindo laboratórios de pesquisa em Colégios Estaduais.

Sessão 3: 24/11/23 – 10h às 13h.

1 – André Luiz Faisting; Johnand Pereira da Silva Mauro – Livre Convencimento Motivado e Subordinação: um estudo sobre o (não) reconhecimento da relação de emprego no Mato Grosso do Sul.
2 - André Luiz Faisting; Bianca Dutra da Rosa – Pandemia e justiça criminal: análise de habeas corpus impetrados no TJMS a partir de duas comarcas da fronteira de Mato Grosso do Sul.
3 – Hector Luiz Martins Figueira – PROVOCAÇÕES DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE SINGULAR COMO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR EM DIREITO: ANÁLISE DA CATEGORIA “DOCENTE CORINGA”
4 – João Pedro Barros Klinkerfus; Flavia Medeiros; Giovana Barros Gomes – Polícia nas escolas: reflexões iniciais sobre violência, armamento e o projeto “Escola Segura” em Santa Catarina.
5 – Klever Paulo Leal Filpo; Ana Paula Lima Miranda de Sousa; Anna Laura Thomaz Gomes Heleno – ACORDOS ENTRE PARTES DESIGUAIS: ATÉ QUE PONTO AS SOLUÇÕES CONSENSUAIS SÃO BENÉFICAS PARA OS VULNERÁVEIS?
6 – Marcos Veríssimo; Filipe Gabriel Rocha Ribeiro; Karen Dias de Souza; Victoria Alves Cunha; Vitória Oliveira de Jesus – Notas sobre os processos de reprodução de antigas pedagogias desigualadoras no contexto da implementação do Novo Ensino Médio
7 – Mutaro Seidi – Todos alunos são iguais, mas alguns são menos iguais que os outros

GT4 – Sentimentos de justiça, demandas por direitos e os processos de formação e socialização dos operadores do direito

Sessão 1: 23/11/23 – 10h às 13h

1 – Aiane Eduarda Queiroz Antonio – Os que “foram de ralo” e “os forjados”: os significados das decisões judiciais de afastamento provisório de agentes de segurança socioeducativa no DEGASE
2 – Ana Paula Pinheiro Assumpção – O Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada (APEC) e seu impacto nos processos judiciais de tráfico internacional de drogas: uma análise a partir das audiências de custódia no âmbito da Seção Judiciária de Guarulhos
3 – Marco Antonio Corrêa da Silva Junior – “Tudo igual, só que mais difícil”. A comparação entre as funções dos agentes de segurança socioeducativa e dos policiais como justificativa por demanda de direitos.
4 – Marilha Gabriela Garau; Maria Eduarda Abreu – “O advogado é um mero expectador”: a Audiência de Custódia na visão de advogados particulares atuantes na Justiça Criminal do Rio de Janeiro.
5 – Natália Barroso Brandão – Representações e disputas sobre o fazer judicial nas Audiências de Custódia no Rio de Janeiro - RJ
6 – Yuri Motta; Lucas Rocha; Luana Martins – A universidade como espaço de cumprimento de medida socioeducativa.
7 – Raymundo Nonato de Almeida Santos – Estatuto da Criança e do Adolescente e a Recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça: Uma análise sobre os julgamentos de Habeas Corpus no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Sessão 2: 23/11/23 – 14h às 17h

1 – Camila Pereira Belisario de Sousa; Francielly Silva Costa Alves Rocha – Casa como lugar de medo e perigo: reflexões a partir das narrativas e discursos sobre violência contra mulheres, crianças e adolescentes.
2 – Evelyn Marques Perrucho; José Nilton de Sousa; Michael Andres Diaz Moreira – Violações de Direitos Fundamentais de Crianças e Adolescentes em Niterói/RJ
3 – Júlia Viana Palucci – “Um dos requisitos da lei é a atualidade da violência”: aspectos jurídicos, judiciais e morais na classificação de demandas em um núcleo especializado da Defensoria Pública do Estado Rio de Janeiro.
4 – Renata Lourenço Batista – Creche: direito, demanda social e uma política de apoio à maternidade para mulheres de Campos dos Goytacazes.
5 – Meimei Alessandra de Oliveira – O papel do Ministério Público na garantia da política de assistência social: apontamentos a partir das normativas jurídicas.
6 – Thays dos Santos Pinto – Quando a morte chega e a Casa própria não sai! Reflexões sobre o direito a moradia dos moradores do Complexo de Favelas da Maré/RJ.
7 – Magnólia Maria Pereira Motta da Paixão – Mulheres negras no cárcere: o processo penal como meio de aplicação de injustiças.

Sessão 3: 24/11/123 – 10h às 13h.

1 – Ane Cristina Vieira Medeiros Silva Costa – ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL E SUA APLICAÇÃO AOS CRIMES RACIAIS.
2 – Bárbara Gama Dias Reis Silva – “EMPRETECENDO A ORDEM”: Um estudo a partir da atuação da Associação Advocacia Preta Carioca – UMOJA no Rio de Janeiro.
3 – Giovane Matheus Camargo; Aknaton Toczek Souza; Pablo Ornelas Rosa – “Quem me acompanha sabe, eu faço marketing de mim mesmo”: vocação, prestígio e empreendedorismo de si na advocacia.
4 – Isabele da Silva Celestino – (Re)pensar o ensino jurídico para a construção de um sistema de justiça antirracista.
5 – Juliana Sanches Ramos – Os desafios para a construção de protocolos de julgamento com reconhecimento fotográfico.
6 – Mariana dos Santos Vianna – Mulheres negras na advocacia e suas estratégias para a responsabilização de práticas discriminatórias no Rio de Janeiro.
7 – Nianga Nicolina Lacau Ferraz – Discutir racismo na moda como questão de justiça.

Sessão 4: 24/11/23 – 14h às 17h.

1 – Beatriz Santos de Souza; Carolina Dias Baptista; Clara de Sá Lopes – Explorando as dinâmicas comportamentais de juízes e jurados no sistema jurídico do Rio de Janeiro
2 – Andreza Costa de Souza – Punição e Castigo: Breve Histórico da Evolução da Pena.
3 – João Gilberto do Nascimento Lima; Juliane SantAna Bento – A moralização da política pela coalizão circunstancial entre a imprensa e a justiça: o caso OLJ – Vaza Jato.
4 - Laís Lopes Alves - Articulação institucional na resolução dos conflitos judiciais em saúde
5 - Lauriani Porto Albertini - Ética da Desigualdade e Moralidade Situacional: Considerações sobre Padrões de Justiça
6 - Mariana Inés Godoy - Territorio y mediación de conflictos: técnica, valor moral y performance estatal
7 – Mário José Bani Valente - Entre advogados, médicos e juízes: os dilemas dos pacientes no acesso legal à maconha

GT5 – Desigualdades na produção do espaço urbano

Sessão 1: Desigualdade e conflito no espaço urbano - 23/11/23 – 10h às 13h.

1 – Marcelo Ribeiro Sales – Resistência e afirmação de identidade da periferia: uma breve análise sobre Belford Roxo – RJ.
2 – Gabriel Guimarães Vasconcelos de Sousa – A produção de fronteiras no espaço urbano carioca: o caso da Fiocruz na Avenida Brasil.
3 - Amaro Sérgio Marques; Maria Estela Ramos Penha; Victor Hugo Freitas; Luana Barbosa de Souza Nascimento; Ana Beatriz Lopes dos Santos - Entre Frestas e Insurgências: a produção do território e das territorialidades negras no entorno do cais do valongo.
4 - Mateus Rangel Costa Vieira - "Mas, você sabe que nada vem de graça, né?": Uma análise das relações de troca em um botequim carioca.
5 - Aline Cristina Pereira da Silva - A Negação do Espaço Público Como Moradia À População em Situação de Rua
6 - Luana Lima Godinho - Direito á calçada: ação conjunta no atendimento á população em situação de rua.

Sessão 2: Habitação social, carreiras profissionais e estigma - 23/11/23 – 14h às 17h.

1 - Laura Azeredo, Luciana Leite Lima - Capacidades estatais municipais e políticas de captura de valorização imobiliária: dimensões e desafios no contexto brasileiro
2 - Shirley Alves Torquato; Beatriz Fernandes Coelho Gomes - A descontinuidade como projeto: breves reflexões sobre uma política de habitação social no Rio de Janeiro
3 - Likem Edson Silva de Jesus; Carolina Bessa Ferreira de Oliveira - Qual cidade para quais sujeitas? Notas analíticas interseccionais acerca da produção social e normativa decorrente do Programa Minha Casa, Minha Vida - Faixa 1 (2009-2020)
4 - Bernardo Santos Amaral; Klever Paulo Leal Filpo; Fábio Santos Araújo - O aluguel social em Petrópolis diante do contexto de calamidade pública decorrente das chuvas do verão de 2022
5 - Elbio Henrique Mendes Ribeiro - “Mete Marcha” A Uberização como Sistema Cultural entre trabalhadores de plataformas digitais por ciclomobilidade em São Gonçalo e Niterói.
6 - Lourenço Cezar da Silva - Os Trabalhadores do Tráfico Ilegal de Drogas nas Favelas da Maré, Rio de Janeiro.
7 - Antonio Claudio Ribeiro da Costa - Distúrbio da boneca: uma categoria nativa para a negação da dádiva e ou da dívida

Sessão 3: Experiências urbanas em educação e saúde coletiva - 24/11/23 – 10h às 13h.

1 - Diogo Dutra de Souza – Caminhando pelo bairro: uma experiência de pesquisa com estudantes de uma escola pública em São João de Meriti, Baixada Fluminense.
2 - Luciane Guimarães de Souza Santos; Leticia de Luna Freire - Cidade e educação: infâncias na extinta Favela do Esqueleto, Zona Norte do Rio de Janeiro
3 - Brenda Formágio Lopes; José Colaço Dias Neto - Lenda Urbana na Escola: representações sociais sobre o “Ururau da Lapa” entre os estudantes do Liceu de Humanidades de Campos dos Goytacazes-RJ
4 - Carina Silva de Freitas; Luis Felipe Marinho Costa; Sílvio Ferreira Junior; Murilo Cassio Xavier Fahel; Evandro Barbosa dos Anjos - O Programa Mais Médicos na Região de Saúde Norte de Minas: Análise da adesão de municípios no período 2013 a 2021

GT6 – Dinâmicas, Fluxos e Representações do crime e da Justiça Penal

Sessão 1: Identidades, gênero e marcadores sociais da diferença no Sistema de Justiça Criminal. (1) -23/11/23 – 10h às 13h.

1 – Kênia Rodrigues Mattos - Medidas socioeducativas e relações étnico-raciais: aproximações e distanciamentos.
2 – Ana Christina Faulhaber – Arranjos familiares, mulheres e privação de liberdade.
3 – Camila de Oliveira Farias – Representações de mulheres policiais militares do Rio de Janeiro no Jornal do Brasil (1980 – 1989)
4 – Lorena Leão Calixto – A segurança pública na perspectiva de policiais LGTBQIA+

Identidades profissionais e marcadores sociais da diferença nas Polícias e no Sistema de Justiça Criminal (2).

1 – André Sales dos Santos Cedro – Olhares distintos: experiências e alteridades em relação à Polícia Militar.
2 – Bárbara Pereira Tobias – Polícia Rodoviária Federal e o “Bolsonarismo”
3 – Aline da Costa Silva de Carvalho; Pâmela Esteves – Adolescentes em temperança: A experiência da observação participante com adolescentes em privação de liberdade.
4 – Ana Cléia Gonçalves Aguiar; José Colaço Dias Neto – Do cinza ao verde e amarelo: etnografia em perspectiva comparada (2021 e 2023) do CRIAAD, Niterói – RJ

Sessão 2: Práticas policiais e Sistema de Justiça Criminal - 23/11/23 – 14h às 17h.

1 – Irlanne Santiago Lima; Mariana Nicolau Oliveira – A “Guerra às Drogas” e o Viés da Seletividade Punitiva
2 – Ivone Mendes Ferreira – Violências e violações de direito: os agentes do Estado e o uso da força excessiva
3 – Jonas Fensterseifer; Juliane Sant Ana Bento – Entre apreensões e territórios de abordagens, o crédito à classificação policial de usuários ou traficantes em Porto Alegre
4 – Leonardo Brama – Como a polícia do Rio de Janeiro se tornou a polícia do Rio de Janeiro: algumas contribuições
5 – Natália Cardoso Amorim Maciel; Rafael de Deus Garcia; Victor Dantas de Maio Martinez; Andréia de Oliveira Macêdo; Hugo Homem Macedo – Entrada em domicílio em crimes de drogas: geolocalização e análise quantitativa de dados a partir do processos dos tribunais da justiça estadual brasileira.
6 – Maria Gorete Marques de Jesus – Câmeras e Drogas: os possíveis impactos das câmeras corporais nos uniformes da PM nos flagrantes de tráfico de drogas na cidade de São Paulo
7 – Déborah Judith Goldin – Um mapa. Muitos mapas. Uma análise das formas de utilização policial dos mapas do crime.
8 – Mayara Ferreira Mattos – Letalidade policial em Minas Gerais: peculiaridades investigativas e a atuação da Justiça Militar.

Sessão 3: Alternativas penais - 24/11/23 – 10h às 13h.

1 – Christiane Russomano Freire; Elaine Pereira Andreatta – O Direito à Leitura nos Espaços de Segregação: como possibilidade de subverter as dinâmicas violentas de castigo e retribuição.
2 – Otávio Macacari – Punir e remir: as dinâmicas que permeiam o direito à remição através da leitura no sistema prisional brasileiro.
3 – Isadora Vianna Sento-Sé – Disputas institucionais pela assistência jurídica da vítima de feminicídio
4 – María Noelia de las Mercedes Mansilla Pérez – Demandas, derechos y activismos. Uma exploración etnográfica de la educación universitária para adultos em entornos penitenciários
5 – Bruna Cinquini – “O que não constar nos autos não tá no mundo”: impactos da pandemia nas audiências de custódia em Guarulhos.
6 – Eduardo Ramos Junior – A produção de dados sobre as Audiências de Custódia: o caso do Rio de Janeiro.

Sessão 4: Cultura jurídica e Sistema de Justiça Criminal (1) - 24/11/23 – 14h às 17h.

1 – Bárbara Ribeiro Soares – Plea bargaining no Brasil e a discussão do devido processo legal
2 – Isabela Cristina Alves de Araujo – “Polícia de fato e de direito”: o que significa a aprovação da PEC da Polícia penal para Minas Gerais?
3 – Isabella Markendorf Marins – Vítima também é parte
4 – Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo; Jádia Larissa Timm dos Santos – A recomendação nº 62 do CNJ e a atuação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul durante a pandemia de Covid-19.
5 – João Vitor Duarte Travassos – A Violência na cidade de Três Rios: seus significados e representação numa cidade do interior do estado.

Cultura jurídica e Sistema de Justiça Criminal (2).

1 – Laura Girardi Hypolito – Os dentes da engrenagem: o papel dos desembargadores brasileiros do Rio Grande do Sul nas incriminações por tráfico privilegiado.
2 – Pablo Ornelas Rosa; Aknaton Toczek Souza, Giovane Matheus Camargo; Felipe Lazzari da Silveira; Ramiro de Ornelas Rosa – Um diagrama do tecnoconservadorismo jurídico nas plataformas digitais: Uma etnografia silenciosa
3 – Michel Lobo Toledo Lima; Robson Paulo Alves Carreira; Roberto Kant de Lima – O efeito da inquisitorialidade nos registros institucionais e estatísticas oficiais no campo da segurança pública e da justiça criminal brasileiro: percursos metodológicos do Projeto Assimetrias Federativas em tempos de Covid 19.
4 – Yolanda Gaffrée Ribeiro; Karolynne Gorito de Oliveira – “Coronavírus não é Habeas Corpus”: uma etnografia das decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro durante a pandemia de Covid-19.

GT7 – Igualdades e Desigualdades e Precarização de Sujeitos Sociais nos Processos de Administração Institucional de Conflitos

Sessão 1: 23/11/2023 – 10h às 13h.

1- Fabio de Medina da Silva Gomes - Entre Direito e Desigualdades: Representações Jurídicas sobre as Trabalhadoras Domésticas Remuneradas
2- Larissa Alfradique - Do “essencial” ao “marginal”: a gestão precária do trabalho plataformizado no processo de marginalização dos entregadores de aplicativo
3 - Thiago José Aguiar da Silva - “Ser empresário para não ser favelado”. Cidadania, precariedade e camelotagem
4 – Alejandro Louro Ferreira: Um Chefe Chamado Semáforo: O debate acerca das dinâmicas territoriais e as interações laborais entre os vendedores ambulantes e os semáforos
5 – Lucas Senna de Brito Pires - “Trabalhos” com Pessoas em situação de rua: entre a “ajuda” e o “direito”
6- Ricardo Nemer Silva - “É NÓS OU É A GENTE? SÓ NÃO PODE SER ELES – Um Ensaio Sobre Dignidade Consideração e Respeito nas Favelas do Rio de Janeiro

Sessão 2: 23/11/2023 – tarde – 14h às 17h.

1 - Luciano Puccini - Negociações e Troca de Favores: O relato de um assessor legislativo sobre práticas políticas no interior de São Paulo
2 - Carolina Schincariol Scacchetti - Não é só um Favorzinho: Uma etnografia sobre práticas de improbidade administrativa a partir da sistemática da dádiva
3 - Facundo Guadagno Balmaceda - Direitos Previdenciários Argentina – Chile
4 - Elisiane Santos - O sistema de Justiça e a negação da condição de trabalhadora às mulheres negras: trabalho doméstico nas decisões do TRT da 1a Região no período de 1941-1988
5 - Maria Carolina Rodrigues Freitas - Cidadania Judicial: Qual a Medida da Desigualação?
6 - Beatriz de Sousa Quintino - “Quem escuta essa música calma não sabe o que acontece aqui dentro”: Uma análise sobre uma pesquisadora negra em campo

Sessão 3: 24/11/2023 – 10h às 13h.

1 - Danielle Corrêa - O que vou fazer com essa tal liberdade? Desencarceramento e ressocialização de egressas do Presídio Nilza da Silva Santos.
2- Juliana Vinuto -Efeitos da superlotação no trabalho de segurança socioeducativa: uma análise comparativa entre Amazonas e Rio de Janeiro.
3 - Karídia Azevedo Neves - Os filhos do estado: entre a prática e a teoria em uma unidade de acolhimento institucional Fluminense.
4 - Gabriel Bohm; Juliane Bento; Camille Soares Tocchetto - A política das perícias e os limites da inclusão: a construção institucional contra a exigência de laudos sobre condição irreversível.
5 - Andreia Souto Mayor; Allan Felipe Mendonça Cavalcante - Não somos malucos; somos um mal necessário" – O contato de policiais militares com uma pesquisa acadêmica sobre sofrimento psíquico.
6 - Marilia Corrêa Pinto de Farias; Aquiles Julio de Castro Junior - E quem cuida das mães? As desigualdades sociais do acesso à cannabis medicinal, na Justiça de Família em suas demandas de saúde no Brasil e nas burocracias administrativas nas Associações de Pacientes em Portugal: As mães e o cuidado.


Sessão 4: 24/11/2023 – 14h às 17h.

1- Ícaro José Iegelski Rodrigues - Estudo de dados da Intervenção Federal de 2018.
2 - Charles Rodrigues da Silva - Como aparecem os desaparecimentos: Mídia, polícia e produção de verdades sobre pessoas desaparecidas no estado do Rio de Janeiro.
3 - Eduardo de Oliveira Rodrigues - Lugares de polícia: breves notas metodológicas

GT8 – Conflitos na Era da Informação Digital

Sessão 1: Desinformação e Guerra Cultural em ciência e saúde: 23/11/23 – 14h às 17h.

1 – Aline Goneli de Lacerda; Camila Goneli Passareli - A Circulação de Desinformação Sobre Câncer no Youtube: Politização e Judicialização da Saúde no Caso da Fosfoetanolamina.
2 – Gisele Mascarelli Salgado - Autistas na guerra cultural: uma análise dos discursos de ódio contra autistas nas redes sociais.
3 – Luiza Aragon Ovalle; Vinícius Cruz Pinto - “Eu passei mesmo de ano?” Perspectivas de professores e alunos do Colégio Estadual 20 de Julho sobre o distanciamento social durante a pandemia de COVID-19.

Sessão 2: Políticas transacionais, intolerâncias e discursos de ódio - 24/11/23 – 10h às 13h.

1 – Joanna Smiderle; Fábio Agne Fayet - Organizações Terroristas na era das Novas Tecnologias Recrutamento e Planejamento de Ataques em contraste com o Combate e a Prevenção das atividades omissa.
2 – João Vitor Vaz da Silva - FAKE NEWS: Drama de Desumanização de Vítimas.
3 – Katharine Nataly Trajano Santos; Talita Fernandes Araujo - Usuários da fé: neopentecostalismo, políticas transnacionais anti-dissidências de sexo/gênero e história pública
4 – Lucas Paulino Marinho - HUMOR OU DISCURSO DE ÓDIO? USOS E PERCEPÇÕES DO DISCURSO DE ÓDIO A PARTIR DE MEMES EM COMUNIDADES GAMERS NO FACEBOOK.

 

O X Seminário INCT-InEAC convoca estudantes para contribuir na sua organização. O evento acontecerá nos dias 23 e 24 de novembro (de forma online) e de 28 de novembro a 01 de dezembro (presencial com transmissão ao vivo).

Estamos em busca de monitores!

? O requisito é ser estudante de graduação ou pós-graduação de Antropologia ou Segurança Pública

? Responsabilidades do monitor:
- Participar de reuniões de planejamento.
- Auxiliar no credenciamento e orientação aos participantes.
- Acompanhar atividades e resolver problemas.

? E os benefícios:
- Certificado de participação.
- Ajuda de custo conforme carga horária.

? Como Participar:
Preencha o formulário de inscrição disponível no site do X Seminário, na aba monitoria (confira o link na bio), de 20/10 a 05/11. Os selecionados serão contatados por e-mail. Lembrando que o preenchimento do formulário não garante a seleção.

https://xseminarioinctineac.com/monitoria/

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdRj4kgGg2C9TQ4pmxjZY1goCLTlT_tdJQpZNozP1iuWXeKTw/viewform


Junte-se a nós e faça a diferença!

Com transmissão do LEMI pelo canal Youtube do INCT INEAC acontecerá nessa quarta-feira, dia 25 de outubro de 2023 o lançamento do livro "O futebol brasileiro: Instituição zero" da antropóloga Simoni Guedes, professora da UFF e pesquisadora vinculada ao INCT/INEAC, falecida em 18 de julho de 2019.

O livro é uma peça fundamental no campo acadêmico das pesquisas sobre esportes no Brasil, marcando quatro décadas desde a defesa da dissertação homônima no Museu Nacional, em 1977, orientada por Luiz de Castro Faria. A obra, inicialmente parte da tese de Simoni Lahud Guedes, foi publicada como parte do livro "Universo do Futebol", organizado por Roberto DaMatta. Esta pesquisa inovadora e profunda é crucial para a compreensão do futebol como uma manifestação cultural significativa, oferecendo uma riqueza de informações sobre a sociedade brasileira.

O Futebol Brasileiro: Instituição Zero é um estudo pioneiro nas interseções entre esportes e ciências sociais. O trabalho de Guedes levou 46 anos para se transformar neste livro essencial. Um dos aspectos mais intrigantes do estudo é a análise das representações sociais do futebol no Brasil. Simoni Guedes examinou discursos da imprensa sobre a participação da seleção brasileira em Copas do Mundo, revelando alternâncias entre uma "ideologia da derrota" e uma "ideologia da vitória". Estas ideologias foram associadas à suposta "raça inferior" e "raça superior" do povo brasileiro, proporcionando uma compreensão profunda dos significados simbólicos do futebol no contexto brasileiro.

Além disso, o livro traz uma etnografia detalhada realizada com operários de uma fábrica no subúrbio do Rio de Janeiro, ilustrando a carga simbólica do futebol. Segundo Guedes, no Brasil, o futebol não é apenas um esporte; é uma representação do próprio país. Quando a seleção entra em campo, não é apenas ela que joga, mas todo o Brasil. Essa dinâmica única do futebol brasileiro é explorada meticulosamente em O Futebol Brasileiro: Instituição Zero.

O lançamento deste livro marca um evento significativo para o cenário acadêmico brasileiro. A obra de Simoni Lahud Guedes continua a influenciar nossa compreensão do futebol como um fenômeno cultural complexo e intrincado, oferecendo insights valiosos sobre a identidade e a sociedade brasileira.

 

O FUTEBOL BRASILEIRO: INSTITUIÇÃO ZERO
DE SIMONI LAHUD GUEDES

Lançamento: 25 de outubro de 2023, quarta-feira, 17h

Auditório do Bloco O - Campus do Gragoatá - Niterói - RJ
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia – ICHF
Universidade Federal Fluminense – UFF

O LEMI - Laboratório Estúdio Multimídia do INCT INEAC transmitirá o lançamento pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=dUryCQaklcg

 

 O Núcleo de Pesquisa em Psicoativos e Cultura (PsicoCult), da rede do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INCT-InEAC), realiza no mês de novembro o Seminário Interdisciplinar sobre Psicoativos. O evento será organizado pelo PsicoCult, pelo Laboratório Social da Cannabis, coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Fraga (PPGCSO-UFJF) e pela Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Rede Reforma). O seminário tem como objetivo trazer discussões atuais sobre os psicoativos, seus usos e suas políticas.

O Seminário acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no auditório do InEAC, Campus do Valonguinho, UFF, Niterói-RJ e contará com transmissão ao vivo do LEMI - Laboratório Estúdio Multimídia do INCT INEAC, pelo canal do INCT/InEAC no Youtube.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo formulário disponível em: bit.ly/seminariopsicoativos

Confira a programação completa abaixo:

 

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR SOBRE PSICOATIVOS

 

Dia 07 de novembro de 2023:

15h – 16h - Mesa de abertura

https://www.youtube.com/watch?v=KNp1qB2MHcw

Reitor da Universidade Federal Fluminense – Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega

Coordenador do Instituto de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INCT-InEAC/UFF) – Roberto Kant de Lima

Diretor do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (InEAC/UFF): Lenin Pires

Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Justiça e Segurança – Lucía Eilbaum

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito – Joaquim Leonel

Mediação: Frederico Policarpo (UFF), Paulo Fraga (UFJF) e Emílio Figueiredo (REFORMA) - Coordenadores do Seminário

 

 

16:00-18:00:  Conferência de Abertura “Ciência e Direito: a regulamentação de psicoativos no Brasil”

https://www.youtube.com/watch?v=jIw8-GwTrF8

Participantes:

Sidarta Ribeiro (Instituto do Cérebro-UFRN)

Ricardo Nemer - REFORMA/mestrando PPGSD

Mediação/Debate: Luana Martins – Pós-Doutoranda PPGJS-UFF 

 

18:30-20h: Políticas sobre Drogas

https://www.youtube.com/watch?v=PALKMzK3tZ4

Participantes:

Natália Amorim (ALERJ)

Monique Prado (UFJF)

Thiago Rodrigues (UFF)

Mediação/Debate: Frederico Policarpo (UFF)

 

Dia 08 de novembro

16h30 - 18h00 - Mesas 5 – As associações, o habeas corpus e a regulamentação do cultivo

https://www.youtube.com/watch?v=EI90WYJBr3M

Participantes:

Marilene Esperança (AbraRio)

Nathan Kamliot (Sustenta Cannabis)

Emílio Figueiredo (REFORMA/Doutorando PPGSD)

Mediação/Debate: Paulo Fraga (UFJF)

 

18h30 – 20h00: Desafios da prescrição em cannabis: ensino médico e controle de qualidade. 

https://www.youtube.com/watch?v=J-d-Z9CkYT0

Participantes:

Virginia Carvalho - UFRJ

Liga de Cannabis Medicinal do curso de Medicina da UFF

Camila Pupe (Neurologista/Medicina UFF)

Mediação/Debate: Marcos Veríssimo (UFF)

 

Dia 09 de novembro

16h30 – 18h00: A circulação de psicoativos: a mercantilização e a medicalização

https://www.youtube.com/watch?v=jopjV4TmpvQ

Participantes:

Thiago Pereira (UERJ)

Tiago Coutinho (UFRJ)

Carol Grillo (Geni/UFF) 

Mediação/Debate: Rogério Azize (IMS-UERJ)

 

18h30 - 20h00 - Mesa 2 – A Proibição e seus efeitos 

https://www.youtube.com/watch?v=lewoBcvF7-E

Participantes:

Lívia Casseres (Coordenadora Geral de Projetos Especiais sobre Drogas e Justiça Racial da SENAD/MJSP)

Julita Lemgruber (CESEC) 

Mediação/Debate: Mário Valente (Doutorando PPGSD-UFF)

 

 

Mediada pelo Prof. Lenin Pires (InEAC/ UFF) acontece, no próximo dia 17 de outubro, às 14h, com transmissão ao vivo no canal do InEAC no youtube o encontro “CONSTRUINDO SABERES: PERSPECTIVAS DOS PESQUISADORES COM E SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.”

 O evento será durante a Agenda Acadêmica e a mesa traz informações sobre acessibilidade e aponta as dificuldades evidentes no acesso ao espaço da UFF. O objetivo é mobilizar o público estudantil para pesquisar e criar um ambiente universitário mais acessível.

 A atividade contará com a participação dos pesquisadores:

 - Fabiano da Silva, assistente social/UFRJ e membro do projeto de pesquisa Campi Inteligentes: Mobilidade e Acessibilidade com Cidadania/UFF.

 - Natália Fonseca, membro da comissão permanente de acessibilidade e inclusão da UFF, e pesquisadora do projeto Campi Inteligentes: Mobilidade e Acessibilidade com Cidadania/UFF.

 - Natália Pinheiro, mestre em Antropologia/UFF e membro do projeto de pesquisa Campi Inteligentes: Mobilidade e Acessibilidade com Cidadania/UFF.Construindo saberes: Perspectivas dos pesquisadores com e sobre pessoas com deficiência.

 

O evento será transmitido pelo LEMI no link:https://www.youtube.com/watch?v=tnfXM_x-SJc

 

 

No próximo dia 25 de outubro de 2023, ás 10h,  acontece a 4º Roda de Conversa Podcast Conflitos e diálogos,  mais uma atividade do Ciclo de Roda de Conversa do Podcast “Diálogos e Conflitos: Pesquisas Escolares”. Esse evento é o momento em que os participantes da “II Feira de Ciências Conflitos e Diálogos na Escola” apresentam seus trabalhos, com comentários de um professor de Universidade e um ex-participante.
Esta edição será presencial no, dia 25 de outubro de 2023, ás 10h, no CIEP 355 Roquete Pinto (em Queimados) e terá comentários da professora Nalayne Pinto (UFRRJ) e da Victória Pestana (LEPIC)

A atividade já é considerado pelos organizadores como um "esquenta" para “III Feira de Ciência: Conflitos e Diálogos na Escola” que vem em 2024

 

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