A antropóloga e coordenadora do INCT-InEAC, Lucía Eilbaum, levou à Argentina pesquisas realizadas no Brasil sobre a violência praticada pelo Estado e as formas de mobilização de mães e familiares de vítimas. A apresentação ocorreu em 4 de setembro, durante a conferência de encerramento das primeiras Jornadas sobre “Violência institucional, ativismo político e judicial em Córdoba”, no Museu de Antropologia da Universidade Nacional de Córdoba.
Com o tema “Violências, direitos e ativismos: etnografias do Estado e das moralidades”, Lucía apresentou um olhar construído a partir da antropologia sobre as experiências de pessoas atingidas pela violência de Estado no Rio de Janeiro e sobre suas lutas por direitos e Justiça.









Organizadas pelo Núcleo de Antropología de la Violencia, Muerte y Política (IDACOR), as jornadas começaram no dia 3 com uma oficina que reuniu familiares de vítimas, advogados, psicólogos, antropólogos, pesquisadores e ativistas para discutir as dificuldades e as possibilidades de atuação em casos de violência policial.
No dia seguinte, uma roda de conversa reuniu grupos de pesquisa de Córdoba que estudam juventudes, segurança pública, intervenções policiais, memória, Justiça e sistema prisional, momento em que Lucía também apresentou os seus trabalhos desenvolvidos pelo INCT-InEAC e pelo GEPADIM.
