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Claúdio Salles

Claúdio Salles

O Fórum iBRASJUS sobre segurança, defesa e Justiça promove amanhã, dia 20 de janeiro (2021), quarta-feira, às 20:00h, o evento online JORGE DA SILVA – UM POLICIAL CAVALEIRO DA DEMOCRACIA , com as participações de Roberto Kant de Lima (INCT-INEAC); Jacqueline Muniz (INCT-INEAC); Julio Cesar Costa (PMES); Ubiratan Ângelo (PMERJ); e mediação de José Vicente da Silva Filho (IBRAJUS).

Importante protagonista na construção do diálogo institucional que possibilitou avançarem as pesquisas/ensino no campo da Segurança Pública no Brasil, em especial no estado do Rio de Janeiro, Jorge da Silva, falecido no último dia 15 de dezembro de 2020,  foi professor doutor da Uerj e ex-chefe do Estado Maior da PM, ex secretário de Estado de Direitos Humanos; professor convidado do Curso de Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança Pública (Proppi / INCT-INEAC / UFF) e um interlocutor importante do INCT-INEAC.

A transmissão para os internautas será pelo Canal do iBRASJUS no YouTube, através do link https://youtu.be/5h9pke1HLq0

 

 

 

 

Disponibilizamos aqui no site do INCT-INEAC o link para acessar  "Fumaça", uma produção audiovisual do IRIS, dirigida por Daniel Simião e Yuri Corteletti, sobre a intersecção entre ritual e política na "Marcha da Maconha" de 2014, em Brasília, importante mobilização pela descriminalização da maconha. 
Para assistir basta acessar o link https://vimeo.com/canaliris/fumaca para ver o documentário.

Daniel Simião é Doutor em Antropologia Social pela Universidade de Brasília e mestre em Antropologia Social pela UNICAMP, é atualmente professor adjunto do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB), onde atua na graduação em ciências sociais e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Realiza pesquisas nas áreas de antropologia urbana, gênero, antrpologia do direito e da política, possuindo diversos artigos publicados nas áreas, uma coletânea organizada, além de diversos capítulos de livros no Brasil e no exterior. Integra o Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT/InEAC) e mantém colaboraão com o Núcleo de Estudos de Populações Tradicionais e Quilombolas (NuQ) da Universidade Federal de Minas Gerais.

Yuri Corteletti - Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília.

 

"PMs - A sina dos algozes-vítimas", esse é o título do último livro do professor Jorge Da Silva, onde ele chama a atenção para o fato de que, na luta contra a criminalidade, os PMs, normalmente acusados de violações aos direitos humanos, são vítimas da forma como é concebido o seu emprego. Vítimas não só de bandidos, mas, sobretudo, do próprio sistema do qual fazem parte, empurrados que são por bravatas irresponsáveis de autoridades a que se lancem numa guerra sem fim, cujo objetivo ninguém conhece. O livro foi lançado pela editora Altadena - https://altadena.loja2.com.br/9679488-01-A-SINA-DOS-ALGOZES-VITMAS-frete-gratis-

Jorge da Silva, falecido em 15 de dezembro de 2020,  era professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e professor conteudista do curso em EAD de Tecnólogo em Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF). Quando serviu à Polícia Militar, exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior Geral e foi, ainda, secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

É também autor dos livros "Guia de luta contra a intolerância religiosa e o racismo" (Ceap / Seppir, 2009), "120 anos de abolição" (Hama, 2008), "Criminologia crítica: segurança e polícia" (Forense, 2008), "Direitos civis e relações raciais no Brasil" (Luam, 1994) e "Controle da criminalidade e segurança pública" (Forense, 1990).

Jorge da Silva foi também professor convidado do Curso de Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança Pública (Proppi / INCT-INEAC / UFF).

Nessa terça, dia 5 de janeiro de 2021, o sociólogo Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, professor titular da Escola de Direito da PUCRS, pesquisador do INCT-InEAC e bolsista em produtividade em pesquisa do CNPq, realizará a live "

Bolsonarismo e segurança pública – o discurso fake contra o crime" . A transmissão acontece às 17h pelo facebook. Confira o endereço no cartaz do evento.

 

A edição de dezembro de 2020 da revista argentina Cuestiones Criminales traz entre os seus destaques o antropólogo e coordenador do INCT/INEAC Roberto Kant de Lima, com a tradução de um capítulo da etnografia do seu livro "A polícia da cidade do Rio de Janeiro: seus dilemas e paradoxos" e também a antropóloga Lucia Eilbaum, com um artigo de apresentação e uma homenagem ao trabalho de Roberto Kant.

Para conferir acesse o endereço: https://www.lesyc.com/cuestionescriminales

 

 

 

 

Segunda, 21 Dezembro 2020 00:06

Vacina, anticiência e desinformação

A pesquisadora  Thaine de Oliveira (UFF e INCT/INEAC) será entrevistada, nessa sexta-feira, 21 de dezembro de 2020, por  Kiko Nogueira e Sara Goes do canal do YouTube do Diário do Centro do Mundo.  Na pauta da entrevista está vacina, anticiência e desinformação. A transmissão será às 17h no canal DCM TV: https://www.youtube.com/channel/UCutrj9cR0cNi2PfiTMGAWrA

A Revista Latinoamericana de Humanidades Ambientales y Estudios Territoriales  "Tekoporá" acaba de sair trazendo, na sua segunda edição, a colaboração do antropólogo e pesquisador José Colaço  (INCT/INEAC).  Neste segundo volume ( https://revistatekopora.cure.edu.uy/index.php/reet/issue/view/5) foi publicado o dossiê “Perspectivas etnográficas sobre temas ambientales en contextos sudamericanos” no qual o professor José Colasso contribuiu com o artigo “O Peixe Sempre Vence: lições sobre meio ambiente do ponto de vista de pescadores artesanais”.

Para ler faça o download do PDF abaixo.

 

 

O site no INCT/INEAC disponibiliza aqui o artigo dos pesquisadores Daniel Simião (UNB e INCT/INEAC) e Kelly Silva (UNB e INCT/INEAC) sobre poder local em Timor-Leste, publicado na Australian Journal of Anthropology.

Para acessar o artigo faça, abaixo, download do PDF em anexo.

 

Por Bolivar Meirelles –

Trabalhou com Garotinho na Secretaria de Segurança. Fazia o lado bom. Introduziu um Sistema de Informações. Trabalhou com ele o Medeiros, bom quadro. Medeiros foi, como aluno ainda, acho que da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, atingido por um dos atos Institucionais.

O Coronel Jorge da Silva, antropólogo também, professor, intelectual. Quadros da energia do pensamento brasileiro. Atuantes militantes do movimento consciente dos e das negras que lutam pela superação da discriminação de raças e entendimento da “espécie humana” como verdade única.

Pêsames aos que, familiares ou não, privaram do enriquecedor convívio com este intelectual brasileiro que foi o Professor, Antropólogo, Coronel PM Jorge da Silva.

Jorge da Silva Presente!


BOLIVAR MARINHO SOARES DE MEIRELLES – General de Brigada Reformado, Cientista Social, Colunista do jornal Tribuna da Imprensa Livre, Mestre em Administração Pública, Doutor em Ciências em Engenharia de Produção, Pós Doutor em História Política, Presidente da Casa da América Latina e Colunista do Caminhando Jornal TV (TVC-Rio).

Buenos Aires, 15 de diciembre de 2020 El Equipo de Antropología Política y Jurídica quiere expresar su tristeza por el fallecimiento del doctor Jorge da Silva, inmenso luchador por los derechos humanos, inteligente cientista político y un activista comprometido con la seguridad democrática y la denuncia del racismo. Jorge da Silva fue doctor por la Universidad Estadual de Río de Janeiro (UERJ) y profesor de la misma universidad así como en cursos del Núcleo Fluminense de Estudios y Pesquisas de la Universidad Federal Fluminense. Nació en la favela Complejo do Alemão en Río de Janeiro, fue Policía Militar llegando al cargo de jefe de Estado Mayor General. Fue Secretario de Estado de Derechos Humanos y también Director del Instituto de Seguridad Pública del Gobierno del Estado de Río (ISP). Autor de libros, artículos e incansable partícipe en los debates de los medios de comunicación, fue un precursor de las investigaciones sobre policía y seguridad pública. En todos sus trabajos fue un hombre activo, íntegro y apasionado en la defensa de los derechos de sus conciudadanos y en particular, un referente pionero en su país contra la violencia y el racismo. Además de sus grandes méritos como pensador y militante, quienes integramos este equipo queremos recordarlo especialmente como un amigo muy querido, abierto y siempre interesado en el debate e intercambio de ideas y experiencias, generoso y amable. Una persona grande y sencilla, que supo como pocos convertir la experiencia vital en reflexión, obras y políticas contra las violencias y las discriminaciones. Compartimos la pena con su familia y amigos y colegas. Equipo de Antropología Política y Jurídica Instituto de Ciencias Antropológicas – Sección Antropología Social Facultad de Filosofía y Letras – Universidad de Buenos Aires

 

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